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Uma pipeline automatizada de build e deploy

Em uma linha: Todo merge deveria disparar a mesma sequência: build, testes, verificações de segurança, deploy — sem um único passo manual no meio.

Estágios da pipeline

Verificações de estilo e tipos, testes unitários, build, testes de integração na imagem construída, varredura de dependências e então deploy para um ambiente de teste. Deploy para produção — automático ou com um clique, conforme sua maturidade.

Regras que se sustentam

A pipeline deve ser rápida. Acima de dez minutos, as pessoas começam a contorná-la. Divida em um estágio rápido que sempre roda e um pesado que roda à noite.

A mesma imagem que foi testada é a que é feita deploy. Reconstruir para produção anula o valor dos testes.

Uma falha na pipeline para tudo. Se você se acostumou com testes vermelhos, você não tem pipeline, tem decoração.

Segredos e publicação

Segredos vêm de um store gerenciado, não de arquivos de configuração. E cada build recebe um número de versão que também aparece no app — para saber em um segundo o que está rodando.

Indo mais fundo

Adicione um portão de qualidade automático: cobertura de testes que não cai, tamanho do bundle que não cresce além do orçamento e vulnerabilidades graves que bloqueiam um merge. Um portão automático previne discussões pessoais — a regra é a mesma para todos e não depende de quem está revisando.