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Agentes: quando deixar o sistema agir sozinho

Em uma linha: Um agente decide por si mesmo quais ações executar — toda a recompensa e o risco estão nas permissões que você deu.

Quando é justificado

Quando o número de passos não é conhecido de antemão. Um processo fixo implementado como agente é um sistema caro e imprevisível onde um loop simples funcionaria. Um agente serve para investigação: 'encontre por que a fatura não bate'.

Três níveis de autonomia

Propõe para aprovação humana; age sozinho em ações reversíveis e direciona as irreversíveis para aprovação; e autônomo em um domínio definido com um histórico comprovado. A distinção entre reversível e irreversível é a decisão central de design.

O que deve existir antes de conectar permissões

Permissões mínimas; limites rígidos no código sobre número de passos, custo e tempo; um log completo de ações; e separação total entre conteúdo externo e instruções.

E uma regra prática: menos ferramentas, bem definidas. Quanto mais ferramentas, pior a escolha entre elas.

Indo mais fundo

Defina cada ferramenta como uma interface pública: um nome explícito, quando usá-la e quando não, um esquema estrito e erros que explicam o que corrigir. Faça ações sensíveis em dois passos — preparação e confirmação — e execute cenários projetados para fazê-lo falhar, incluindo entrada maliciosa, antes de ir ao ar.