IA na prática · Misto

Projetar uma interface para um sistema que nem sempre acerta

Em uma linha: Uma boa interface mostra certeza variável, permite correção fácil e não apresenta um palpite como fato.

Mostrar a fonte

Uma resposta com um link para o trecho do qual foi derivada permite ao usuário verificar em dois segundos. Isso muda a relação: de 'confie em mim' para 'aqui, verifique'.

Quando não há certeza, diga na interface — e não imite certeza no design.

Correção como parte do fluxo

Permita editar a saída no lugar, rejeitá-la ou pedir uma reformulação. Toda correção é também um sinal que dá para coletar.

Para ações com impacto — mostrar, confirmar, executar. Não automático com um clique.

Expectativas

Explique brevemente o que o sistema sabe e o que não sabe, e mostre progresso durante o processamento longo. A redação também importa: 'sugestão' convida à análise, 'a resposta' convida à confiança cega.

Indo mais fundo

Projete explicitamente o estado de falha: sem resposta, sem certeza, serviço indisponível. Em sistemas baseados em modelos, esses não são casos limites raros, mas uma parte constante do uso, e uma interface que os ignora perde confiança na primeira vez que ocorrem.